sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Sabedoria...


Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos, não se detenha ...
 
na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida. 

Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na bênção de Deus que permitiu a cura. 

Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades. 

Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo. 

 Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego. 

Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição. 

Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.

 Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.

 Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar. 

Uns queriam ter voz bonita; outros, falar. 

Uns queriam silêncio; outros, ouvir.

 Uns queriam sapato novo; outros, ter pés. 

 Uns queriam um carro; outros, andar. 

Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário. 

Há dois tipos de sabedoria: 

a inferior e a superior. 

 A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe. 

Tenha a sabedoria superior.

 Seja um eterno aprendiz na escola da vida. 

A sabedoria superior tolera; a inferior, julga; 

a superior, alivia; a inferior, culpa; 

a superior, perdoa; 

a inferior, condena. 

Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!

 (Chico Xavier)

DURAS CONQUISTAS...

 Recados Facebook


As duras conquistas que obtemos, uma a uma, são o coroamento de uma lida diária ao longo de uma existência.

 É o justo prêmio de uma batalha.

 É a farta colheita de um plantio.

 É o soldo honesto de um esforço.

 É a bendita recompensa de um suor. 

Jamais se entristeça por derramar lágrimas hoje, se amanhã pode compensá-las com o sorriso. 

Jamais desanime com o cansaço do corpo hoje, se amanhã pode proporcionar-lhe descanso e confortável repouso. 

Tenha vontade férrea. 

Quem passa o tempo pensando e nada conquista, vai ser um ótimo pensador e um péssimo conquistador. 

Obtenha sua conquista. 

Batalhe duro. 

As duras vitórias são as mais saborosas. 

E para lutar por dias melhores, vista o uniforme da coragem e empunhe a arma do trabalho! 

(Atualizações do Portal Angels)

FELICIDADE DESSE MUNDO...



A felicidade é desse mundo. 

No Evangelho encontramos a afirmação de que a felicidade não é desse Mundo. 

Na verdade sabemos que a felicidade completa vai depender da nossa evolução e, se estamos em um planeta educandário, realmente não seremos felizes o tempo todo. 

Isso, no entanto, não nos impede de buscar a felicidade, de buscar o melhor de nós. 

Se a felicidade é um estado de espírito cada um pode determinar como quer se sentir e como vai reagir aos acontecimentos da vida. 

Podemos reagir com lágrimas e revolta ou podemos reagir com resignação e continuar a nossa luta na busca de uma vida melhor. 

Assim, sermos ou não felizes é uma escolha nossa, individual e intransferível. 

Não podemos transferir a culpa dos nossos problemas para o governo, para o vizinho, para os pais, para os filhos.

 Isso é uma fuga de nós mesmos. 

Fechemos nossos olhos físicos e olhemos para dentro de nós com nossos olhos espirituais. 

Descobriremos assim nossos melhores sentimentos e nossas verdadeiras intenções.

Vamos acreditar na força de transformação que trazemos dentro de nós. 

Podemos construir ou destruir qualquer coisa, basta direcionar a nossa energia, a nossa força de vontade e o nosso coração. 

Façamos o melhor!

Pensemos no Melhor! 

Vamos nos reconstruir a cada dia com mais luz, amor e fé!

   (Livro de Bolso Gotas De Paz)

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O COMBOIO DA VIDA...





 Numa viagem de comboio, ao longo do percurso, pode acontecer uma grande diversidade de situações.

A nossa existência terrena pode ser comparada a uma dessas viagens, mais ou menos longa. 

Primeiro, porque é cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques, e grandes tristezas em algumas partidas.

 Quando nascemos, entramos no comboio e deparamos com pessoas que desejamos que sigam sempre conosco: os nossos pais. 

Infelizmente, isso não vai acontecer: em alguma estação eles descerão e deixar-nos-ão órfãos dos seus carinhos, amizade e companhia insubstituíveis. 

Mas durante a viagem, outras pessoas especiais embarcarão e seguirão viagem conosco: 
os nossos irmãos, amigos, amores e filhos. 

A viagem não é igual para todos.

Alguns fazem dela um passeio, outros só vêem nela tristezas, e outros ainda circulam pelo comboio, prontos para ajudar quem precise. 

Muitos descem e deixam saudades eternas... 

Outros passam de uma forma que, quando desocupam o seu assento, ninguém se apercebe.

 Curioso é constatar que alguns passageiros que nos são caros se acomodam em carruagens distantes da nossa, o que não impede, é claro, que durante o percurso nos aproximemos deles e os abracemos, embora jamais possamos seguir juntos, porque haverá alguém ao seu lado ocupando aquele lugar. 

Mas isso não importa, pois a viagem é cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas. 

O importante, mesmo, é que façamos a nossa viagem da melhor maneira possível, tentando relacionar-nos bem com os demais passageiros, vendo em cada um deles o que tem de melhor.

 Devemos lembrar-nos sempre que, em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e precisamos entendê-los, pois nós também fraquejaremos muitas vezes e gostamos que haja alguém que nos entenda.

 A grande diferença, afinal, é que no comboio da vida, nunca sabemos em que estação teremos que descer, e muito menos em que estação descerão os nossos amores, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado. 

Porque não é fácil separar-nos dos amigos, nem deixar que os filhos sigam viagem sozinhos.

 No entanto, em algum lugar, há uma estação principal para onde todos seguimos. 

Lá nos reencontramos todos. 

E quando chegar essa hora, teremos grandes emoções em poder abraçar os nossos amores e matar a saudade que nos fez companhia por longo tempo... 

Que a nossa breve viagem seja uma grande oportunidade de aprender e ensinar, entender e atender aqueles que viajam ao nosso lado, porque não foi o acaso que os colocou ali... 

Que aprendamos a amar e a servir, compreender e perdoar, pois não sabemos quanto tempo ainda nos resta até à estação onde teremos que deixar o comboio. 

Se a sua viagem não está a correr exatamente como esperava, dê-lhe uma nova direção. 

Observe a paisagem maravilhosa com que DEUS enfeitou todo o trajeto... 

Busque uma maneira de dar utilidade às suas horas.

 Preocupe-se com aqueles que seguem viagem ao seu lado. 

Deixe de lado as queixas e faça com que o seu percurso fique marcado com rastos de luz. 

Pense nisso... 

E boa viagem! 

(Desconheço a Autoria)

ABRA SEU CORAÇÃO...



 

  
A sala estava repleta de convidados, todos curiosos para ver a obra de arte, ainda oculta sob o pano branco. 

Falava-se que o quadro era lindo. 

As autoridades do local estavam presentes, entre fotógrafos, jornalistas e outros convidados porque o pintor era, de fato, muito famoso.

 Na hora marcada, o pano que cobria a pintura foi retirado e houve caloroso aplauso. 

O quadro era realmente impressionante. 

Tratava-se de uma figura exuberante de Jesus, batendo suavemente na porta de uma casa. 

O Cristo parecia vivo. 

Com o ouvido junto à porta, Ele desejava ouvir se lá dentro alguém respondia. 

 Houve discursos e elogios. 

Todos admiravam aquela obra de arte perfeita. 

Contudo, um observador curioso achou uma falha grave no quadro: 
a porta não tinha fechadura. 

Dirigiu-se ao artista e lhe falou com interesse: 

A porta que o senhor pintou não tem fechadura. 
Como é que o Visitante poderá abri-la?

 É assim mesmo, respondeu o pintor calmamente. 
 A porta representa o coração humano, que só abre pelo lado de dentro. 

 * * * 

Muitas vezes mal interpretado, outras tantas, desprezado, grandemente ignorado pelos homens, o Cristo vem tentando entrar em nossa casa íntima há mais de dois milênios. 

Conhecedor do caminho que conduz à felicidade suprema, Jesus continua sendo a Visita que permanece do lado de fora dos corações, na tentativa de ouvir se lá dentro alguém responde ao Seu chamado. 

Todavia, muitos O chamamos de Mestre mas não permitimos que Ele nos ensine as verdades da vida. 

 Grande quantidade de cristãos fala que Ele é o médico das almas, mas não segue as prescrições d’Ele. 

 Tantos dizem que Ele é o irmão maior, mas não permitem que coloque a mão nos seus ombros e os conduza por caminhos de luz…

 Talvez seja por esse motivo que a Humanidade se debate em busca de caminhos que conduzem a lugar nenhum. 

 Enquanto o Cristo espera que abramos a porta do nosso coração, nós saímos pelas janelas da ilusão e desperdiçamos as melhores oportunidades de receber esse Visitante ilustre, que possui a chave que abre as portas da felicidade que tanto desejamos.

 E se você não sabe como fazer para abrir a porta do seu coração, comece por fazer pequenos exercícios físicos, estendendo os braços na direção daqueles que necessitam da sua ajuda. 

Depois, faça uma pequena limpeza em sua casa íntima, jogando fora os detritos da mágoa, da incompreensão, do orgulho, do ódio…

 Em seguida, busque conhecer a proposta de renovação moral do Homem de Nazaré.

 Assim, quando você menos esperar, Ele já estará dentro do seu coração como convidado de honra, para guiar seus passos na direção da luz, da felicidade sem mescla que você tanto deseja. 

* * * 

 O olhar de Jesus dulcificava as multidões. 

 Seus ouvidos atentos descobriam o pranto oculto e identificavam a aflição onde se encontrasse. 

Sua boca, plena de misericórdia, somente consolou, cantando a eterna sinfonia da Boa Nova em apelo insuperável junto aos ouvidos dos tempos, convocando o homem de todas as épocas à conquista da felicidade.

(Desconheço o autor)

EVOLUÇÃO ESPIRITUAL...


EvoluçãoEspiritual
A evolução espiritual é um fenômeno bastante complexo, que se dá em sucessivas fases.

No começo, predomina a natureza corpórea.

Dominada pelos instintos, a criatura dedica seu tempo e seu interesse a atividades comezinhas.

Comer, vestir-se, abrigar-se, procriar e cuidar da prole, eis a que se resumem suas preocupações.

Nesse período, o egoísmo é marcante.

Os instintos de conservação da vida e da preservação da espécie têm absoluta preponderância.

Com o tempo, o ser começa a desvincular-se de sua origem.

A inteligência se desenvolve, o raciocínio se sofistica e o senso moral desabrocha.

As invenções tornam possível gastar tempo com questões não diretamente ligadas à sobrevivência.

Viver deixa de ser tão difícil, sob o prisma material.

Em compensação, começam os dilemas morais.

Com a razão desenvolvida, a responsabilidade surge forte nos caminhos espirituais.

O que antes era admissível passa a ser um escândalo.

A sensibilidade se apura e a criatura aspira por realizações intelectuais e afetivas.

Essa nova sensibilidade também evidencia que o próximo é seu semelhante, com igual direito a ser feliz e realizado.

Gradualmente se evidencia a igualdade básica entre todos os homens.

Malgrado possuidores de talentos e valores diversos, não se distinguem no essencial.

Uma chama divina os anima e a todos conduzirá aos maiores cimos da evolução.

Contudo, o abandono dos hábitos toscos das primeiras vivências não é fácil.

Séculos são gastos na árdua tarefa de domar vícios e paixões.

As encarnações se sucedem enquanto o Espírito luta para ascender.

O maior entrave para a libertação das experiências dolorosas é o egoísmo, que possui forte vínculo com o apego às coisas corpóreas.

Quanto mais se aferra aos bens materiais, mais o homem demonstra pouco compreender sua natureza espiritual.

O Espírito necessita libertar-se do apego a coisas transitórias.

Apenas assim ele adquire condições de viver as experiências sublimes a que está destinado.

Quem deseja sair do primitivismo deve combater o gosto pronunciado pelos gozos da matéria.

O melhor meio para isso é praticar a abnegação.

Trata-se de uma virtude que se caracteriza pelo desprendimento e pelo desinteresse.

A ação abnegada importa na superação das tendências egoístas do agente.

Age-se em benefício de uma causa, pessoa ou princípio, sem visar a qualquer vantagem ou interesse pessoal.

Certamente não é uma virtude que se adquire a brincar.

Apenas com disciplina e determinação é que ela se incorpora ao caráter.

Mas como ninguém fará o trabalho alheio, é preciso principiar em algum momento.

Comece, pois, a praticar a abnegação.

Esforce-se em realizar uma série de atitudes com foco no próximo.

Esqueça a sua personalidade e pense com interesse no bem alheio.

Esse esforço inicial não tardará a dar frutos.

O gosto pelo transitório lentamente o abandonará.

Ele será substituído pelos prazeres espirituais.

Você descobrirá a ventura de ser bondoso, de amparar os caídos e de ensinar os ignorantes.

Esses gostos suaves e transcendentes o conduzirão a esferas de sublimes realizações.

Pense nisso.

(Desconheço o autor)

OS DESÍGNIOS DO CORAÇÃO...





As lamentações dos infortúnios do coração são fontes de abatimentos e frustrações humanas. 

Os julgamentos impensados, as críticas, o desespero, a pressa, a ansiedade são válvulas propulsoras do atraso do amor a si e ao próximo... 

Ao lembrarmos da palavra coração, não conseguimos perceber a grandiosidade da alma implícita neste termo tão singular. 

A alma é o reservatório de todos os nossos passos pela evolução, onde se guarda a volúpia, o desejo, a serenidade, a paz, a calma, o carinho, o ódio, a raiva, a tristeza, e todos os outros sentimentos envolvidos na constituição de um ser. 

 Ao estudarmos a alma encarnada, englobamos a fisiologia, a anatomia, e toda constituição biológica e química que compõe a matéria. 

Algo pesado, a matéria repreende o espírito, que se une com uma energia mais leve, mais sutil, mas carregado de amarguras, dores e resgates! 

Querer não é poder sempre! 

Principalmente quando os desígnios do coração foram compostos de muitos erros, muitos conflitos e muitos sentimentos foram vivenciados que trouxeram muitas mágoas e dívidas! 

A renúncia diante do amor impossível é a prova maior da limpeza da alma impura! 

É a prova do amor maior por não passar à frente o que ainda não foi conquistado com maturidade emocional! 

O ciúme é o medo da perda o qual é visto como incondicional! 

Simplesmente a palavra educa verdadeiramente refletindo sobre a máxima: 

“Ninguém perde o que nunca teve”. 

O amor neste caso se for verdadeiro, acompanha por séculos, e não é a prisão de um ser humano que trará a felicidade!

 O nome disso é imaturidade, comportamento de criança que se sente inferior diante das grandes verdades da vida! 

A obsessão que o nome amor traz não é fruto da verdadeira grandeza do amor! 

O amor liberta, o amor deixa livre a escolha do coração alheio! 

Não se pode forçar o que não se exibe um querer! 

Obsediar é viver a vida do próximo, com as próprias exigências egoísticas frutos das amarras sentimentais da rigidez e grosseria negativa emanadas dos recônditos do ser. 

 O que obsedia o próximo obsedia a si mesmo, porque perde o amor ao próximo. 

 As lágrimas que lavam o corpo físico e libertam a alma é a prova da mudança interior. 

 É aceitar a derrota, o próprio tropeço... é aceitar que ninguém é de ninguém se não existir a vontade própria e o amor verdadeiro.

 Compreender os recônditos do coração, ou seja, o que habita o interior humano é saber lidar com os próprios desígnios do coração!

 Todas as almas são uma individualidade! 

 Todos os sentimentos são variáveis para cada ser humano que traz dentro da alma frutos de experiências diversas pelas vidas pregressas de existência! 

Não tenteis mandar nos outros! 

Assuma a própria postura no mundo! 

Aceite os próprios erros primeiro! 

Aceite sem lamentação a parcela de erros para o que vive hoje, e utilize a palavra reconstrução para ser a semente do renascimento do amor dentro de si, passando do amor a si para o amor ao próximo! 

São os desígnios do coração que frutificaram nas maiores e mais valiosas obras construídas até hoje: 
a fé, a humildade, a caridade, o amor e o progresso! 

 (Lilian Karla Buniak Pinto)