terça-feira, 19 de outubro de 2010

MORADA NO CÉU...


MORADA NO CÉU...

Um homem muito rico morreu e foi recebido no céu.

O anjo guardião levou-o por várias alamedas 
e foi lhe mostrando as casas e moradias.

Passaram por uma linda casa com belos jardins.

O homem perguntou:

-- Quem mora aí?

O anjo respondeu:

-- É o Raimundo, aquele seu motorista
 que morreu no ano passado.

O homem ficou pensando:

"Puxa! O Raimundo tem uma casa dessas! 
 
Aqui deve ser muito bom!"

Logo a seguir surgiu outra casa ainda mais bonita.

-- E aqui, quem mora?

- perguntou o homem.

O anjo respondeu:

-- Aqui é a casa da Rosalina, aquela que foi sua cozinheira.

O homem ficou imaginando que, 
tendo seus empregados magníficas residências, 
sua morada deveria ser no mínimo um palácio.

Estava ansioso por vê-la.

Nisso o anjo parou diante de um barraco 
construído com tábuas e disse:

-- Esta é a sua casa!

O homem ficou indignado:

-- Como é possível!

Vocês sabem construir coisa muito melhor.

-- Sabemos

- responde o anjo

- mas nós construímos apenas a casa.

O material é você mesmo que seleciona e nos envia lá de baixo.

Você só enviou isso!

Moral da história: cada gesto de amor e partilha
 é um tijolo com o qual construímos a eternidade.

Tudo se decide por aqui mesmo, 
nas escolhas e atitudes de cada dia.

(Desconheço o autor)

NÃO SEI...




Não sei se a vida é curta ou longa demais pra nós,

mas sei que nada do que vivemos tem sentido,

se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:

Colo que acolhe,

Braço que envolve,

Palavra que conforta,

Silêncio que respeita,

Alegria que contagia,

Lágrima que corre,

Olhar que acaricia,

Desejo que sacia,

Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,

é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela não seja nem curta,

nem longa demais, mas que seja

intensa, verdadeira, pura,

enquanto durar.

Feliz aquele que

transfere o que sabe

e aprende o que ensina.

(Cora Coralina)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

ENSINA-ME A VIVER...




Comungando com os outros na mesma harmonia.

Desejando ser irmão, buscando nesse ideal crer.

Desejando a paz no final do dia.

Ensina-me a viver.

Conquistando a cada passo a vitória interior.

Do passado as mazelas remover.

E para futuro crescer na busca da paz e amor.

Quero no caminho poder perdoar.

Quero aprender sempre e o bem fazer.

Porque espero um dia a luz alcançar.

Porque o "Senhor Jesus" ensinou-me a viver.

Tharcilla
(Coletânea de textos do Boletim Alma - Grupo Fraterno Luz Acima)

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O "MAIS" ACRESCENTA, O "MAS" DIMINUI!!!



Diz um provérbio japonês que, quando todos estavam elogiando a cauda do
Pavão,os pássaros protestaram:

"Mas olhem para as patas dele."
O invejoso é sempre aquele que estraga prazeres, que tem sempre um "mas"
para diminuir o outro, como se o bem do outro ferisse ou viesse diminuir o
seu.
Quando a gente está com vontade de dizer um "mas", é melhor pensar bem: por
que estou querendo dar uma de diferente, de contraditório?
Tem alguma vantagem, ou é apenas para manifestar a minha pontinha de inveja,
de mal-estar?

"NÃO PODEMOS FAZER GRANDES COISAS NESTA TERRA.

TUDO QUE PODEMOS FAZER SÃO PEQUENAS COISAS COM MUITO AMOR."

( Madre Teresa)


quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O SILÊNCIO DAS PALAVRAS...



Não diga as coisas com pressa.

Mais vale um silêncio certo que uma palavra errada.


Demora naquilo que você precisa dizer.

Livre-se da pressa de querer dar ordens ao mundo.


É mais fácil a gente se arrepender de uma palavra que de um silêncio.

Palavra errada, na hora errada, pode se transformar em ferida naquele que disse, e também naquele que ouviu.


Em muitos momentos da vida o silêncio é a resposta mais sábia que podemos dar a alguém.

Por isso, prepara bem a palavra que será dita.


Palavras apressadas não combinam com sabedoria.


Os sábios preferem o silêncio.


E nos seus poucos dizeres está condensada uma fonte inesgotável de sabedoria.

Não caia na tentação do discurso banal, da explicação simplória.


Queira a profundidade da fala que nos pede calma.


Calma para dizer, calma para ouvir.

Hoje, neste tempo de palavras muitas, queiramos a beleza dos silêncios poucos.


(Autor desconhecido)