sábado, 27 de dezembro de 2008

PARADOXOS DO NOSSO TEMPO.

Aprendemos como ganhar a vida, mas não como vivê-la.

Assistimos muito à televisão e rezamos raramente.

Bebemos excessivamente, fumamos demais, gastamos de maneira perdulária.

Conquistamos o espaço, mas não o conhecemos intimamente.

Construímos edifícios mais altos, mas temos pavios mais curtos.

Estes são os tempos de comida rápida, mas digestão lenta;
homens mais altos e caracteres baixos.
De casas mais sofisticadas e lares desfeitos.
De pílulas que fazem de tudo:
alegram,
acalmam
e matam.

Estes são os tempos em que podemos escolher entre fazer a diferença ou simplesmente apertar delete.

Estivemos na Lua, mas nos é difícil atravessar a rua para encontrarmos nosso vizinho.

Falamos além da conta, amamos pouco e odiamos com muita freqüência.

Ficamos acordados até tarde, levantamos cansados, lemos pouco.

Fizemos grandes coisas, mas não coisas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos nossas almas.

Obtivemos mais descobertas na medicina, mas menos saúde.

Rimos muito,
dirigimos rápido,
irritamo-nos facilmente.

Temos mais conhecimento, mas menos capacidade de julgamento.

MUITA GENTE PRECISA PARAR PARA PENSAR NO QUE ANDA FAZENDO CONSIGO,
COM A VIDA,
COM AQUELES A QUEM AMA!

REFLEXÕES.

A coisa mais linda de todas?
O amor.

A distração mais bela?
O trabalho.

A estrada mais rápida?
O caminho correto.

A força mais potente do mundo?
A fé.

A maior satisfação?
O dever cumprido.

A pessoa mais perigosa?
A mentirosa.

A pior derrota?
O desalento.

A primeira necessidade?
Comunicar-se.

A raiz de todos os males?
O egoísmo.

A sensação mais grata?
A paz interior.

As pessoas mais necessárias?
Os pais.

O dia mais bonito?
Hoje.

O maior erro?
Abandonar-se.

O maior mistério?
A morte.

O maior obstáculo?
O medo.

O mais fácil de acontecer?
Equivocar-se.

O mais imprescindível?
O lar.

O melhor remédio?
O otimismo.

O pior defeito?
O mau humor.

O pior sentimento?
O rancor.

O presente mais belo?
O perdão.

O que mais faz feliz?
Ser útil aos outros.

Os melhores professores?
As crianças.

COMECE ORANDO.



COMECE ORANDO!...

 
A censura é choque nos agentes da afinidade.

A cura espiritual lança raízes sobre a força do amor.

A dúvida deita raios de morte.

A esperança é alegria no coração.

A palavra agressiva prende o trabalho na estaca zero.

A prece é a luz na sombra em que a doença se instala.

Ajude espontaneamente para o bem.

Aversão é calamidade vibratória.

Conserve a brandura.

Fuja da impaciência.

Interprete o doente como se fosse você mesmo.

Jamais se escandalize.

Não cultive desafetos.

Nunca critique só por criticar.

O corpo de quem sofre é objeto sagrado.

Seja confiante.

Semeie alegria.

Simpatia é cooperação.

Toda irritação é desastre magnético de conseqüências imprevisíveis.

FAÇA ALGUÉM FELIZ.

Dê um passo na direção de alguém.
Aproxime-se dele, sem cerimônia.
Deixe o sorriso acontecer.
Olhe-o nos olhos.

Aponte-lhe um defeito, mas com jeito e ternura.
Respeite sua lágrima.
Ouça sua história com atenção.
Escreva-lhe uma carta ou mande-lhe um e-mail.

Ajude-o a resolver um problema.
Pergunte-lhe como vai, como tem passado.
Sugira-lhe um passeio agradável, um bom livro, um filme de amor.

Diga-lhe, de vez em quando:
“Desculpe-me”, “muito obrigado”!
Faça tudo para agradá-lo.

E não se espante se a pessoa mais feliz depois de tudo isso for você!

ESPERANÇA

O importante não é chegar primeiro.
Não é chegar antes dos outros.
Não é atingir sozinho a meta desejada.

"Ninguém tem o direito de ser feliz sozinho".

A humanidade caminha com vontade de chegar.

O importante é os homens caminharem juntos, andarem unidos, de mãos dadas, confraternizados na busca da paz.

Os homens, não se entendem, por quê?

Porque eles não estendem as mãos e não se abrem para a ternura do diálogo.

Impõem - quando deveriam aceitar.

Exigem - quando deveriam oferecer.

Condenam - quando deveriam perdoar.

São muitos os anseios.
Diferentes as capacidades.

Nem todos os homens percebem que a meta é a mesma e uma só é a esperança.

A esperança é luz interior, a iluminar no equilíbrio do silêncio, a caminhada dos homens.

A esperança permite olhar e ver os que também caminham pelo mesmo ideal.

A esperança ensina que a humanidade atingirá sua meta;

Solidariedade no amor.