sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

MEDO DA REENCARNAÇÃO...





Assim como as pessoas têm muito medo de morrer porque não sabem o que irão encontrar na outra dimensão, os espíritos que estão vivendo no astral têm medo de reencarnar. 

Esquecer o passado e mergulhar no mar encalpelado do mundo, enfrentar seus próprios limites e os desafios de seu crescimento é assustador. Controlar as emoções, ordenar a mente, experimentar as próprias ideias e enfrentar os resultados requer coragem e persistência. 

Ficar entregue ao próprio discernimento, tomar decisões e ser responsável pelo próprio destino, atemoriza.

 Para o espírito, reencarnar é como vestir um escafandro e mergulhar nas profundezas do oceano. 

O corpo de carne tem um metabolismo lento, muito diferente da vida astral, onde tudo é mais dinâmico e rápido.

 Lá, a força do pensamento materializa rapidamente os objetivos, de acordo com a capacidade de cada um, criando e movimentando os elementos.

 Aqui, na Terra, nossos projetos levam muito mais tempo para se tornar realidade.

 Para construirmos um edifício levamos muitos meses, enquanto lá eles o fazem em algumas horas... - 

Como?  Há prédios no astral? – alguns vão perguntar. 

 Há prédios, ruas, cidades, tudo. 

O que chamamos de astral são os mundos das outras dimensões do universo. 

Cada um deles gravita em determinada faixa de ondas, possui um magnetismo próprio e, para os que vivem lá, tudo é tão sólido quanto para nós é nosso mundo. 

Não os podemos ver porque nossos olhos enxergam apenas em limitada faixa de percepção, o que não os impede de continuar existindo. 

A limitação é nossa. 

Os micróbios existem, mas só os podemos ver se tivermos um microscópio. 

- Se eles têm medo, porque reencarnam? 

Para reeducar o emocional.

 No astral as emoções são muito mais fortes e profundas. 

A tristeza, o remorso, o arrependimento, a frustração e a mágoa tornam-se insuportáveis e chega um momento em que, cansado de suporta-las, o espírito aceita nascer na Terra. 

Para ele, o esquecimento será uma bênção. 

O magnetismo lento permitirá que ele medite mais, experimente, reflita, conheça-se melhor e amadureça. 

Reencarnar na Terra é começar de novo. 

Todas as lembranças do passado são guardadas no inconsciente temporariamente e, embora possam influenciar intuitivamente o espírito reencarnado, ele estará em sintonia com o cérebro do novo corpo, que como um filme virgem vai registrar as novas experiências.

 Não é genial? 

A vida, mágica e divina, vai tecer os acontecimentos, juntar pessoas, de acordo com as necessidades daquele espírito, e criar estímulos a que ele se torne mais consciente, e liberte-se dos antigos padrões de crença que o levaram ao sofrimento. 

Se ele aproveitar, voltará ao astral mais lúcido e feliz. 

 A vida é um eterno agora, e nós continuaremos sendo o que fizermos de nós seja onde for que passemos a viver. 

Enfrentar nossas dificuldades desde já, fazer nosso melhor, é construir nossa paz. 

 Por: Zibia Gasparetto.

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(Postado por Christian Nunes Moreira em Kardec Online)

MORTES COLETIVAS... PORQUE?...



MORTES COLETIVAS SEGUNDO O ESPIRITISMO

 O que procede quando vemos um desencarne coletivo de mais de 200 jovens que reunidos em uma diversão são então ceifados da vida encarnada de forma abrupta?

 Logo vem a pergunta POR QUÊ?

É certo que a Providência Divina reúne, por força das necessidades das criaturas, estas mesmas criaturas em torno de circunstâncias que promovem o desencarne coletivo.

 Lembrando que o acaso não existe, nos reportemos à questão 737 de “O Livro dos Espíritos”, onde os espíritos nos dizem que Deus fere a humanidade por meio de flagelos destruidores para fazê-la progredir mais depressa.

Essas ocorrências, chamadas catastróficas, que ocorrem em grupos de pessoas, em família inteira, em toda uma cidade ou até em uma nação, não são determinismo de Deus, por ter infringido Suas Leis, o que tornaria assim, em fatalismo.
 Não. Na realidade são determinismos assumidos na espiritualidade, pelos próprios Espíritos, antes de reencarnar, com o propósito de resgatar velhos débitos e conquistar uma maior ascensão espiritual.

O Espírito André Luiz, no livro Ação e Reação, afirma esses fatos: “nós mesmos é que criamos o carma e este gera o determinismo”.

São ações praticadas no pretérito longínquo, muito graves, e por várias encarnações vamos adiando a expiação necessária e imprescindível para retirada dessa carga do Espírito, com o fim de galgar voos mais altos.

 Assim, chega o momento para muitos, por não haver mais condições de protelar tal decisão, e terão que colocar a termo a etapa final da redenção pretendida perante as Leis Divinas.

 Dessa complexidade de fatos é que geram as chamadas “mortes coletivas”.

Os Espíritos Superiores possuem todo conhecimento prévio desses fatos supervenientes, tendo em vista as próprias determinações assumidas pelos Espíritos emaranhados na teia de suas construções infelizes, aí, providenciam equipes de socorros altamente treinadas para a assistência a esses Espíritos que darão entrada no plano espiritual.

Mesmo que o desencarne coletivo ocorra identicamente para todos, a situação dos traumas e do despertar dependerá, individualmente, da evolução de cada um.

Estes fatos, mais uma vez André Luiz confirma:

 “se os desastres são os mesmos para todos, a “morte” é diferente para cada um”.

(Publicado por Osvaldo Lira em 28 janeiro 2013 às 14:07 em ESPIRITISMO.)

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

SE EU MORRER ANTES DE VOCÊ...

 
Se eu morrer antes de você, faça-me um favor: 
 
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo. 
 
Se não quiser chorar, não chore;
 
Se não conseguir chorar, não se preocupe; 
 
Se tiver vontade de rir, ria; 
 
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, 
 
Ouça e acrescente sua versão; 
 
Se me elogiarem demais, corrija o exagero. 
 
Se me criticarem demais, defenda-me; 
 
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, 
 
Mostre que eu tinha um pouco de santo, 
 
Mas estava longe de ser o santo que me pintam; 
 
Se me quiserem fazer um demônio, 
 
Mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, 
 
Mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo... 
 
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, 
 
Diga apenas uma frase: -
 
_"Foi meu amigo, acreditou em mim
 
 E sempre me quis por perto!" 
 
Aí, então derrame uma lágrima. 
 
Eu não estarei presente para enxugá-la, 
 
Mas não faz mal. 
 
Outros amigos farão isso no meu lugar. 
 
Gostaria de dizer para você 
 
Que viva como quem sabe que vai morrer um dia, 
 
E que morra como quem soube viver direito.
 
 Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da Gente,
 
 e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
 
 Mas, se eu morrer antes de você, 
 
Acho que não vou estranhar o céu.
 
 "Ser seu amigo, já é um pedaço dele..." 

(Vinícius de Moraes)

ORAÇÃO DO AMOR ...





Senhor! 
 Ilumine meus olhos Para que eu veja os defeitos da minha alma E vendo-os, que eu não comente os defeitos alheios. 

Senhor!
 Leve de mim a tristeza e não a entregue a mais ninguém. Enche meu coração com a divina fé , Para sempre louvar o Seu nome. 

Arranque de mim o orgulho e a presunção. Senhor! Faça de mim um ser humano realmente justo e bom. 

Dê-me a esperança de vencer todas as minhas ilusões. Plante, em meu, coração a sementeira do amor E ajude-me a fazer feliz o maior número possível de Pessoas, para ampliar seus dias risonhos e resumir suas Noites tristonhas. 

Transforme meus rivais em Companheiros, meus companheiros em Amigos e meus amigos em ENTES QUERIDOS.

 Não permita que eu seja um cordeiro perante os fortes, nem um leão perante os fracos. Dê-me, Senhor, o sabor de perdoar tudo e todos. 

Afaste de mim o desejo de vingança, mantendo sempre em meu coração somente o AMOR . Neste mundo de desamor em que vivemos, se cada um de nós plantarmos uma sementinha de paz, esperança e harmonia, conseguiremos fazer do nosso planeta um campo de amor e compreensão. 

AMÉM!

(Desconheço o autor)

AMAR... PORQUE É PRECISO...


 
 
 
Amar...
Porque é Preciso!...

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É fácil amar quem nos ama. Difícil é amar os que nos ignoram ou são hostis. 

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É fácil amar quem nos entende. Difícil é amar aqueles para quem somos e sempre seremos invisíveis.

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 É fácil amar nossos filhos quando eles saem do jeito que sempre sonhamos. Difícil é amá-los quando o destino que eles abraçam nos impõe desafio extraordinários. 

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 É fácil amar alguém saudável, alto astral, alegre, auto-suficiente. Difícil é amá-lo, sem desertar, na hora da sua queda e do seu declínio. 

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 É fácil amar o exitoso, o bem sucedido, o bem estruturado. Difícil é amar o fracassado, o falido, o que nos pede dinheiro emprestado, o pedinte mal cheiroso. 

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É fácil amar quem sempre espelha o nosso lado melhor e mais bonito. Difícil é amar aqueles que projetam as nossas sombras.

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 É fácil amar quem nos apóia e sempre está do nosso lado. Difícil é deixá-lo partir, reconhecendo que ele tem novos horizontes e novas metas dos quais não fazemos mais parte. 

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É fácil amar quem facilita a nossa vida, quem nos abre caminhos, quem se constitui degrau para o nosso progresso. Difícil é amar os que reiteradamente nos criam obstáculos, tropeços e embaraços. 

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É fácil amar o nosso jardim, as nossas flores, os nossos animais de estimação, afinal eles não nos argúem, nem nos contestam. Difícil é amar os que nos retrucam, os que tem opiniões contrárias,os que desestabilizam as nossas crenças. 

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Não se sinta culpado, amigo! Eu, como você e milhares de outros seres humanos temos amado da maneira mais fácil. 

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Mas enquanto ainda não atingimos melhor grau evolutivo, amemos (muito) do jeito que sabemos, do jeito que podemos e conseguimos.

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Porque, muito pior do que um jeito de amar ainda imaturo, é a tristeza da total incapacidade de amar! 

_(Fátima Irene Pinto)_