domingo, 16 de outubro de 2011

AJUDA-ME A SER FELIZ!...


Jesus amado, sei que vivo em um mundo de provas e expiações e onde a felicidade não é possível senão por breves momentos...


Na dificuldade do dia a dia, percebo o quanto eu me esforço para alcançá-la, lançando mão, para isso, de todos os recursos possíveis, de todas as armas, de todos os ardis, sempre em vão...
A felicidade, Senhor, chega aos pedaços, sem avisar e se vai inteira, sem adeus, sem se importar com o que eu faço para retê-la no coração!...

Nunca consigo alcançá-la, do modo como eu gostaria.


Por isso, peço-lhe, Jesus, me ajude a ser feliz conforme tua orientação e não conforme meus desejos...


Mostre-me onde está a felicidade e dê-me forças para conquistá-la; diga-me o que devo fazer para ser feliz nesta vida e de que modo devo proceder para afastar o tédio, a tristeza e o desencanto que não deixam meu coração em paz!...


Apenas sei que não posso prosseguir assim, entre a luz e a sombra, sem sentir prazer maior no que faço, sem encantar-me com quase nada, sem sorrir, sem experimentar emoções maiores e melhores, sem ser eu mesmo em momento algum!...


Pressinto em mim, Jesus, que posso muito mais do que tenho feito; que sou capaz de amar infinitamente, de sorrir e contagiar, de ter e conquistar, de encantar e me encantar, de ser alguém capaz de amar e ser amado e só por isso,

dar e receber felicidade.


Mas preciso de auxílio, de sua mão para o primeiro passo.
Ajuda-me a ser feliz, Senhor!
Abre-me o coração à simplicidade e à caridade; me faz dócil ao teu comando, que é sempre o meu melhor bem, e me ampara o entendimento ainda tão frágil... Mostre-me onde está a felicidade real e desvia meus olhos do poder das fortunas, da tentação dos corpos, do vício das paixões, das artimanhas do consumismo, da ilusão do mundo!...
Ampara-me, Jesus amado, para que eu possa experimentar desde já, senão a felicidade que desejo, ao menos a paz e o contentamento que percebo inalteráveis naqueles que te seguem, e que assim o são porque aceitam a felicidade que Tu lhes dás!...

Assim seja!


(Psicografia do Instituto André Luiz


FÉ E PERSEVERANÇA...


 
 
Como o Jangadeiro Inspira Obras Literárias? - Trupepe de História
 
 
 
FÉ E PERSEVERANÇA...

Três rapazes suspiravam por encontrar o Senhor,
 a fim de fazer-lhe rogativas.

Depois de muitas orações, eis que, certa vez, no
campo em que trabalhavam, apareceu-lhes o carro do Senhor, guiado pelos anjos.

Radiante de luz, o Divino Amigo desceu da carruagem e pôs-se a ouvi-los.

Os três ajoelharam-se em lágrimas de júbilo e o primeiro implorou a Jesus o favor da riqueza.

O Mestre, bondoso, determinou que um dos anjos lhe entregasse enorme tesouro em moedas.

O segundo suplicou a beleza perfeita e o Celeste Benfeitor mandou que um dos servidores lhe desse um milagroso unguento a fim de que a formosura lhe brilhasse no rosto.

O terceiro exclamou com fé:

— Senhor, eu não sei escolher... Dá-me o que for justo, segundo a tua vontade.

O Mestre sorriu e recomendou a um dos seus anjos lhe entregasse uma grande bolsa.

Em seguida, abençoou-os e partiu...

O moço que recebera a bolsa abriu-a, ansioso, mas, oh! desencanto!...

Ela continha simplesmente uma enorme pedra.

Os companheiros riram-se dele, supondo-o ludibriado, mas o jovem afirmou a sua fé no Senhor, levou consigo a pedra e começou a desbastá-la, procurando, procurando...

Depois de algum tempo, chegou ao coração do bloco endurecido e encontrou aí
um soberbo diamante.

Com ele adquiriu grande fortuna e com a fortuna construiu uma casa onde os doentes pudessem encontrar refúgio e alivio, em nome do Senhor.

Vivia feliz, cuidando de seu trabalho, quando, um dia, dois enfermos bateram à porta.

Não teve dificuldade em reconhecê-los.

Eram os dois antigos colegas de oração, que se haviam enganado com o ouro e com a beleza, adquirindo apenas doença e cansaço, miséria e desilusão.

Abraçaram-se, chorando de alegria e, nesse instante, o Divino Mestre apareceu entre eles e falou:

— Bem-aventurados todos aqueles que sabem aproveitar as pedras da vida, porque a fé e a perseverança no bem são os dois grandes alicerces do Reino de Deus.

(Meimei/Chico Xavier)

TENHAMOS FÉ...

 
 
 
Fé e Razão podem se unir ou são opostas?
 
 
TENHAMOS FÉ...


”... vou preparar-vos lugar.” — Jesus.
(João, capítulo 14, versículo 2.)

Sabia o Mestre que, até à construção do Reino Divino na Terra, quantos o acompanhassem viveriam na condição de desajustados, trabalhando no progresso de todas as criaturas, todavia, “sem lugar” adequado aos sublimes ideais que entesouram.

Efetivamente, o cristão leal, em toda parte, raramente recebe o respeito que lhe é devido:

Por destoar, quase sempre, da coletividade, ainda não completamente cristianizada, sofre a descaridosa opinião de muitos.

*Se exercita a humildade, é tido à conta de covarde.

*Se adota a vida simples, é acusado pelo delito de relaxamento.

*Se busca ser bondoso, é categorizado por tolo.

*Se administra dignamente, é julgado orgulhoso.

*Se obedece quanto é justo, é considerado servil.

*Se usa a tolerância, é visto por incompetente.

*Se mobiliza a energia, é conhecido por cruel.

*Se trabalha, devotado, é interpretado por vaidoso.

*Se procura melhorar-se, assumindo responsabilidades no esforço intensivo das boas obras ou das preleções consoladoras
 é indicado por fingido.

*Se tenta ajudar ao próximo, abeirando-se da multidão, com os seus gestos de bondade espontânea, muitas vezes é tachado de personalista e oportunista, atento aos interesses próprios.

*Apesar de semelhantes conflitos, porém, prossigamos agindo e servindo, em nome do Senhor.

*Reconhecendo que o domicílio de seus seguidores não se ergue sobre o chão do mundo, prometeu Jesus que lhes prepararia lugar na vida mais alta.

*Continuemos, pois, trabalhando com duplicado fervor na sementeira do bem, à maneira de servidores provisoriamente distanciados do verdadeiro lar.

“Há muitas moradas na Casa do Pai.”

E o Cristo segue servindo, adiante de nós.

TENHAMOS FÉ.
.
(Emmanuel/Chico Xavier)

UM DESAFIO...


 

Imagem do Pin de história

UM DESAFIO!...


"E agora por que te deténs?”

(ATOS, capítulo 22, versículo 16.)

Relatando à multidão sua inesquecível
 experiência às portas de Damasco,
 o Apóstolo dos gentios conta que, em face da perplexidade
 que o defrontara,
perguntou-lhe Ananias, em advertência fraterna:

“E agora por que te deténs?”

A interrogação merece meditada por todos os que já receberam convites, apelos, dádivas ou socorros do plano espiritual.

Inumeráveis beneficiários do Evangelho prendem-se
 a obstáculos de toda sorte na província nebulosa da queixa.

Se felicitados pela luz da fé, lastimam não haver conhecido a verdade na juventude ou nos dias de abastança;
 contudo, na idade madura ou na dificuldade material, 
sustentam as mesmas tendências inferiores.

Nas palavras, exteriorizam sempre grande boa vontade;
 entretanto, quando chamados ao serviço ativo, 
queixam-se imediatamente da falta de dinheiro, 
de saúde, de tempo, de forças.

São operários contraditórios que, ao tempo
 do equilíbrio orgânico, exigem repouso
 e, na época de enfermidade corporal,
 alegam saudades do serviço.

É indispensável combater essas expressões
 destrutivas da personalidade.

Em qualquer posição e em qualquer tempo, 
estamos cercados pelas possibilidades
de serviço com o Salvador.

E, para todos nós, que recebemos as dádivas divinas,
 de mil modos diversos, foi pronunciado o sublime desafio:

“E AGORA POR QUE TE DETÉNS ?”


(Emmanuel/Chico Xavier)

SE SOUBÉSSEMOS...


 
 
 PASTOR JESIEL FREITAS: CARACTERÍSTICAS DO GLUTÃO - O pecado da glutonaria
 
SE SOUBÉSSEMOS...
 
Se o glutão enxergasse os desequilíbrios
 para os quais encaminha o próprio corpo,
 apressando a marcha para a morte,
 renderia culto invariável à frugalidade e à harmonia.

Se soubéssemos quão terrível é o resultado 
de nosso desrespeito às Leis Divinas,
 jamais nos afastaríamos do caminho reto.

Perdoa, pois, a quem te fere e calunia...
Em verdade, quantos se rendem às sugestões 
perturbadoras do mal,
 não sabem o que fazem.

(Emmanuel/Chico Xavier)